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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Nível de serviço e Gestão de estoque pode obter a satisfação dos clientes

Nível de serviço e gestão de estoque

O nível de serviço pode ser resumido como a qualidade em administrar o fluxo de serviços e bens, sendo consequência do esforço logístico do grupo, organização ou empresa. Um nível de serviço é caracterizado pela disponibilidade do trabalho que realiza. Fatores como regularidade, continuidade, quantidade de estoque e tempo utilizado são de suma importância para sua avaliação.
O cliente espera que o serviço ou produto ofertado esteja conforme uma expectativa, que é comunicada através das ações do fornecedor, em momentos como a propaganda, a demonstração da oferta e a negociação. O nível de serviço serve como um aviso de quão bem essa comunicação entre as partes está e como pode ser aprimorada. Afinal, o objetivo do fornecedor é ir ao encontro de uma demanda do mercado. Essa avaliação demonstra, portanto, como economizar seu investimento pessoal, financeiro, e qual o tipo de satisfação esperado pelo seu consumidor.

Relação nível de serviço com gestão de estoque

Gestão de estoque é uma estratégia de possuir apenas o suprimento necessário para o funcionamento presente da sua empresa, contando com uma exatidão forte de abastecimento, movimentação e localização dos itens. Por isso, necessita de uma integração muito eficiente das diversas áreas de um grupo. Sua correta aplicação garante que o empreendimento funcione com um fluxo de materiais e despesas enxutas sem afetar o atendimento ao cliente – na verdade, a falta de desperdícios e excedentes ajuda uma boa recepção do público, e todos devem estar alertas e cientes do papel do cliente para que o ciclo continue regular.
Assim, com uma boa gestão de estoque, seu nível de serviço garante sua harmonização com um desenvolvimento otimizado. É necessário que a administração leve em conta diversos detalhes da cadeia logística. Alguns dos comportamentos adotados incluem o controle de materiais e de estoque, através de cadastramento e planejamento; e a retroalimentação, observando e adaptando o processo a fim de atingir o objetivo proposto.

As vantagens podem ser observadas em diversos pontos, como: na atualização possível para a manutenção dos controles de estoque; ao operar o estoque de segurança e lotes de encomenda; na celeridade para revisar parâmetros do planejamento; na eficiência da distribuição de material para produção ou para o cliente.

Disponível: TS Estoque


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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Funções Básicas de um Sistema de Gestão de Estoques

Para ter os materiais necessários na quantidade, local e tempo esperados, é fundamental contar com um bom sistema de gestão de estoques. Seguir um esquema de organização permite valorizar os clientes, evitar atrasos, reclamações e prejuízos, e ajudar a planejar corretamente a produção.
A matéria-prima, o material em processo e o produto final podem ficar em estoques diferentes. No entanto, a organização destes estoques não pode ser vista de forma independente. As decisões tomadas para um determinado estoque afetam diretamente o funcionamento dos demais.
A falta de gestão ou uma gestão inadequada pode resultar em perda de tempo, falta de confiança de funcionários, fornecedores e clientes e, até mesmo, o fechamento da empresa. Podemos dividir as funções básicas de gestão de estoque em quatro tópicos: programação, distribuição, aquisição e estocagem.

1.Programação
2.Aquisição
3.Estocagem
4.Distribuição

Programação e distribuição


Primeiramente, é necessário definir e programar os objetivos a serem alcançados, estabelecendo padrões para utilizar como guias. Programe:


a) Metas da empresa em relação ao tempo de entrega dos produtos;
b) Definir o número de itens que devem permanecer no estoque;
c) Manter inventários organizados e completos;
d) Controlar quantidades de entrada e de retirada, além de valores e informações;
e) Determinar prazos para reabastecer os produtos.

Para organizar a distribuição das vendas, na maioria das vezes é necessário gerenciar uma carteira de pedidos. Este documento deve ser composto pelos pedidos confirmados por clientes, e deve mostrar dados detalhados de cada pedido. É fundamental controlar o que cada cliente pediu, qual a quantidade e a data de entrega.
É fundamental estabelecer um tempo de reposição, para assim, calcular o estoque mínimo. Para isso, deve-se considerar as datas e metas da distribuição. Outro fator essencial, é calcular o tempo que o material levará para ser entregue ao almoxarifado da empresa.
Esse tempo pode ser calculado com três fatores: a data de emissão do pedido, o tempo necessário para a preparação do pedido e o tempo do transporte do material solicitado. É necessário ser realista com estes prazos e se preparar para evitar atrasos e falta de materiais estocados.
O centro de distribuição é responsável pelo recebimento de mercadorias, conferência de pedidos, separação de pedidos, embalagem, movimentação e entrega. Os volumes devem ser claramente identificados para evitar trocas de produtos.

Aquisição e estocagem

A base fundamental da aquisição pode ser respondida ao se questionar o o quê se quer comprar, para que serve tal produto e quem será o público-alvo. Em seguida, deve-se levar em consideração o custo-benefício, pesquisando as características do material e o custo da compra.
A gestão da estocagem começa pela classificação dos materiais. Os critérios utilizados nesta etapa são o tamanho, peso, tipo, forma, dimensão e outras particularidades de cada produto. É importante definir classificações claras e objetivas, de forma a evitar dúvidas e agilizar o processo de produção.

Pode-se definir a estocagem em permanente ou provisória, visto que alguns materiais são sempre necessários e não podem faltar no estoque. Os materiais de estocagem provisória são guardados por pouco tempo, apenas enquanto são necessários.

Disponível: TS Estoque

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

5 dicas para organizar o estoque da sua loja online

Gestão de estoque em eCommerce – 5 Dicas Matadoras




Gerenciar uma loja online representa incontáveis desafios, obstáculos e alegrias. É preciso ter disciplina e responsabilidade para não perder clientes e garantir cada entrega. É fundamental ter quantidades suficientes de cada produto disponível. Para isso, deve-se considerar o número de visitantes que a página recebe e o público-alvo das mercadorias oferecidas.



Na gestão de estoque é preciso ter um controle rígido e claro de todas as peças disponíveis em estoque para evitar problemas, como vender um produto que está esgotado. Uma simples planilha Excel já possibilita um acompanhamento correto dos itens estocados, mas também existem programas específicos para auxiliar o vendedor.


Realize inventários

Controle cada mercadoria que entra e sai do estoque. Esse controle deve ser feito mais rápido possível e deve estar sempre atualizado. Compras realizadas pela internet são finalizadas de forma muito rápida e é possível que um produto acabe ao mesmo tempo que um cliente realiza sua compra. Isso pode gerar prejuízos e prejudicar as vendas.


Crie um sistema de organização.

Não basta ter tudo escrito em papel ou salvo em computador. A organização do estoque é fundamental para agilizar a busca de cada produto. Escolha a melhor forma de dividir a mercadoria, pode ser por ordem alfabética, ordem de tamanhos, pesos ou cores, ou como for mais adequado para cada produto. Manter tudo organizado economiza tempo.

Tenha fornecedores confiáveis.

O estoque não pode ficar vazio durante dias. Um atraso do fornecedor pode gerar problemas para o vendedor, que precisará explicar a falha ao cliente. Faça pedidos com antecedência e troque de fornecedor caso necessário.

Conheça o perfil de compra do seu público.

Organize seus clientes por idade, interesse e como mais se mostrar necessário. É preciso saber a quantidade certa de pedidos de acordo com as vendas esperadas. Observe os itens que são vendidos com facilidade e os que permanecem por muito tempo em estoque.

 Revise.

Confira se os dados do seu sistema de e-commerce batem com o disponível em estoque de forma periódica. Confira se os pedidos estão em dia, se os fornecedores responderam e se as entregas chegarão no prazo correto.


Disponível em: TS Estoque

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Gestão de Estoque - Administração de Materiais

Administração de Materiais


 A administração de materiais forma uma parte bastante importante da logística moderna, onde suas técnicas são de vital importância para o funcionamento perfeito da área de gestão de estoques dentro das empresas, e contribui de forma fundamental para as empresas poderem aumentar seus lucros.


 As empresas vêm cada vez mais intensificando seus esforços na tentativa de gerirem melhor seus recursos que são: financeiros, humanos, materiais e outros. As empresas não têm como funcionar sem esses recursos, por isso é preciso dominar bem as ferramentas de administração de materiais e saber pôr essas em prática. Para Maranhão (2006, p. 24) “As empresas são praticamente obrigadas a adotar as estratégias de gerenciamento logístico que o mercado está praticando, para sobreviver neste mundo “sem fronteiras” impulsionado pela globalização”.

 As empresas devem dispor parte dos seus recursos para serem investidos em estratégias que visem se manter no mercado. Essas estratégias devem ter como base balancear os níveis de estoques nas organizações.

 Segundo Arnold (1999, p. 26) “Administração de materiais é uma função coordenadora responsável pelo planejamento e controle do fluxo de materiais".
As empresas precisam de uma atividade dedicada a coordenar todo o fluxo de materiais que vai do fornecedor até o consumidor final. Sendo que neste contexto ainda há várias empresas que não o fazem, isso provoca a redução dos seus lucros.

 Ballou (1993, p. 69) fala sobre administração de materiais como:
A administração de materiais liga-se diretamente com operações pelo abastecimento de peças, matérias-primas ou subconjuntos numa base de encomendas diretas ou através de estoques, em antecipação de necessidades de uso.

 Na administração de materiais existe uma seqüência de operações que devem ser seguidas para que todo o processo de movimentação de recursos saia perfeito. Nessa seqüência se engloba contato com fornecedor, compra do bem ou
serviço, transporte dos bens, recebimento desses bens, movimentação interna, controle de estoques, armazenagem e distribuição para o consumidor final.
A relação entre os dois conceitos, no que diz respeito à administração de materiais, está voltada diretamente para o fluxo de materiais dentro das organizações e como é realizado esse fluxo.

Objetivos da administração de materiais

  Quando a administração de materiais é realizada de forma eficaz, os bens de necessidade para produção e operação não devem estar sempre disponíveis no instante correto, no entanto, a empresa deve zelar para que não sejam formados estoques muito altos.
Segundo Ballou (1993, p. 61) “O objetivo da administração de materiais deve ser prover o material certo, no local de operação certo, no instante correto e em condição utilizável ao custo mínimo".

 O principal objetivo da existência das organizações é maximizar a riqueza dos investidores. Nesse contexto a administração de materiais disponibiliza os passos para que as organizações maximizem seu lucro e atendam de forma eficaz o consumidor final, pois este é uma peça fundamental para que as organizações se mantenham no mercado.
Segundo Arnold (1999, p. 26) “Os objetivos da administração de materiais são: Maximizar a utilização dos recursos da empresa e fornecer o nível requerido de serviços ao consumidor".

 Existe a relação entre os dois autores acima sobre manter os níveis de estoques ideais param se adequarem ao mercado e atender prontamente o cliente.

Disponível em: Minha Empresa S/A

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Estoque

Tipos de estoques


Vou comentar rapidamente sobre alguns estoques. Vamos lá!

Estoque de Produção / Processo

São estoques criados durante a linha de produção ou de processamento do produto, entre o tempo de produção e o transporte efetivo deste produto até o seu destino final.

Estoque de Organização

São utilizados para manter o processo de produção ou suprimento funcionando continuamente se interrupções.

Estoque Regular / Cíclico

São necessários para satisfazer a demanda média durante o tempo entre os reabastecimentos sucessivos, que dependem de:Tamanho dos lotes de produção;Das quantidades econômicas de embarque;Das limitações do espaço de estocagem;Dos temos de reabastecimento e ou estoque (TR);Do custo da manutenção do estoque.

Estoque de Ciclo

São estoques criados em virtude do ciclo econômico da produção, sendo seus objetivos:Redução do custo unitário;Redução do setup dos equipamentos (Liga / Desliga);

Estoque de Segurança (ES)

São as unidades a mais, mantidas fisicamente disponíveis em um ponto de estocagem, para prever o caso em que a demanda excede as expectativas ou ainda que parte do lote tenha sido reprovado no controle de qualidade.

Estoque Sazonal ou de Antecipação

São os estoque criados para fornecer condições de suprimento quando a capacidade de produção e a demanda estão desequilibradas. Quando estes períodos são previstos, os estoques podem ser incrementados (antecipados) para garantir o suprimento.

Estoque em Trânsito

São os estoques que estão em trânsito entre o ponto de estocagem ou de produção. Quanto maior a distância e menor a velocidade de deslocamento, maior será a quantidade de estoque em trânsito.

Estoque Virtual (EV)

São os itens que já foram pedidos (adicionado o ponto de pedido) ao setor de compras e este já o efetivou, mas ainda não chegou ao ponto de armazenagem ou ainda estão em processo de liberação pelo controle de qualidade.

Estoque Obsoleto (Morto)

São partes do estoque que deterioram ou tem sua validade vencida, ou ainda foram danificadas ou reprovadas na linha de produção.


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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Reduzir para Melhorar

Reduzir os estoques para melhorar os custos

A crise econômica está dando sinais de que ficou para trás, mas isso não significa dinheiro sobrando no caixa das empresas, muito menos que é hora de afrouxar as rédeas do controle e do corte de despesas desnecessárias.

Uma área em que sempre é possível melhorar é na gestão do inventário. Dependendo do tipo de produto com que sua empresa trabalha, o nível de estoques incorreto pode ser seu fim. Níveis adequados de estoques têm impacto direto no giro de caixa e nos custos, e nunca será demais melhorar a gestão de estoques.

Dado que os estoques estão lá para atender a uma demanda futura, normalmente desconhecida, deve-se focar na melhoria dos sistemas de gestão de estoques, de previsão de demanda e na avaliação da qualidade dos mesmos.

Menores estoques trarão ainda resultados positivos disseminados em diferentes áreas:

– menos espaço requerido, logo um armazém menor e mais limpo;
– menos manutenção e manuseio, diminuindo probabilidade de quebras e avarias, e ainda menos gastos com pessoal;
– menor obsolescência, giro mais rápido, estoques mais novos;
– menos riscos frente às flutuações de preços, para citar algumas vantagens.

No entanto, antes de gastar mais dinheiro em algo que deveria economizar dinheiro, comece pelo simples. Reconecte-se com seus clientes, conhecendo suas práticas de estocagem e de compras, e os influenciando para adaptarem-se àquilo que lhe convém, com frequência, frete, preços diferenciados. Com custo quase nulo, pode surtir efeitos muito interessantes.

Além dos clientes, analise o fornecimento de matérias-primas e produtos. Seu fornecedor é confiável? Você tem um fornecedor “reserva”, caso o primeiro não consiga lhe atender, e até para comparar os preços praticados?

Identifique agora os elementos que contribuem com o aumento dos estoques, do ponto de vista dos modelos de gestão de estoques e dos modelos de previsão, e o que os softwares levam em consideração:

– lead time de entrega: em quantos dias seu fornecedor consegue entregar os produtos pedidos (ou, se você não trabalha com o cliente final, em quantos dias você entrega ao seu cliente)? Tenha em mente que um dia a menos na espera pelos produtos representa um dia a menos de operações em estoques que precisam ser mantidos;
– variabilidade ou confiabilidade da entrega: também pode ser entendido pelos termos técnicos desvio padrão ou variância, que os softwares utilizam. Representa a confiabilidade de que a entrega será feita no prazo estipulado.

De nada adianta as entregas serem feitas, em média 7 dias após o pedido, se num mês a entrega ocorre em 4 dias, mas no próximo ocorre em 10 dias. Esta variabilidade é levada em consideração pelos softwares, e elevará o estoque de segurança.

– má previsão de demanda: atualmente é possível fazer boas previsões de demanda com recursos relativamente limitados. Softwares de ponta farão excelentes previsões, mas isto tem seu preço. Ainda assim, isso não significa que não é possível prever a demanda, mas é preciso sempre estar atento ao erro da previsão e se o modelo é compatível com a realidade, se nenhuma mudança significativa ocorreu no mercado.
– variabilidade da previsão: da mesma forma que a variabilidade da entrega, a variabilidade da previsão (e da própria demanda, em última análise) tem seu impacto sobre o volume de estoques. 

Demandas muito volátil exigirão estoque maior, e aí entra em prática o que chamei anteriormente de reconexão com seus clientes. Entenda os motivos das variabilidades e tente influenciá-los, com fretes ou preços diferenciados, para que se adaptem à sua estratégia.

Focando nestes itens, você poderá diminuir os estoques mantidos, melhorar o fluxo de produtos e com isso diminuir seus custos de operação e aumentar o capital circulante.

Disponivel em: 


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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Logística

A importância da logística em tempos de crise


Que a logística possui um papel fundamental em qualquer empresa, isso não se pode negar. Em tempos de crise, a importância deste setor fica ainda mais destacada, quando se é feita uma boa gestão da área


Leia mais: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/a-importancia-da-logistica-em-tempos-de-crise/89497/


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Gestão de Estoque e sua Importância

O que é Gestão de Estoques?

Gestão de estoques, no contexto de uma indústria, normalmente se refere à gestão dos recursos materiais que podem ajudar a organização a gerar receita no futuro. O responsável por esta parte da gestão é o Gerente de operações.Por exemplo, uma loja de varejo que vende vários itens, como um supermercado ou loja de departamentos (com por exemplo alimentos embalados, mantimentos, roupas, bens eletrônicos, etc) não costuma armazenar todos os produtos na loja. Parte do estoque de produtos é mantido em um armazém ou depósito. Chamamos de inventário a soma dos produtos na loja e no armazém.

Por que a gestão de estoques é tão importante?

Empresas que atuam como fabricantes ou montadoras, voltadas para a produção de bens, dependem fortemente de um estoque bem gerenciado por uma série de razões. No final das contas, uma empresa que dependa de produção não pode sobreviver sem um bom sistema de gerenciamento de estoques. 
Vejamos então algumas razões para ter um bom sistema de gestão de estoques:

Atender às demandas de forma constante

A demanda por bens e serviços específicos não será a mesmo durante todo o ano. Por exemplo, a venda de condicionadores de ar tem picos durante o verão e vai para baixo durante o inverno. Roupas também tem uma demanda muito sazonal, curtas no verão e longas e quentes no inverno. Um estoque bem planejado permitirá que uma empresa cumpra as exigências – e todos sabemos que a chave para aumentar a receita é o atendimento integral da demanda.

Continuidade das operações

A gestão cautelosa dos estoques permitirá a uma empresa executar suas operações sem problemas, com continuidade. Por exemplo, se uma organização fabrica produtos que dependem de matérias-primas, é evidente que a empresa precisa de um bom estoque de matérias-primas para que as operações sigam sem contratempos.

Economia nas operações

Um sistema de gerenciamento de estoques bem administrado permite que uma empresa possa cortar custos. Por exemplo, quando a época das festas chega e a empresa prevê um aumento na demanda por alguns produtos (como chocolate na páscoa ou brinquedos no Natal), ela pode adquirir mercadorias em quantidade com antecedência, negociar preços e armazená-las para a temporada. Os principais benefícios deste exercício são que a empresa pode atender toda a demanda e quando ele compra em quantidade e de maneira planejada,  obtêm descontos.

Quais são os princípios da gestão de estoques?

As práticas a seguir podem ajudar uma empresa a ter um estoque bem gerenciado:

previsão da demanda:

Esta é uma habilidade especializada. Uma empresa deve ser capaz de prever demandas de bens e produtos específicos em um momento específico do ano. A empresa deve criar e manter o seu sistema de inventário com base nas demandas, reais e previstas. Conheça mais sobre previsão de demanda.

Monitoramento do sistema:

Um inventário deve ter um mecanismo de monitoramento da quantidade em estoque, a todo momento. A empresa deve saber com exatidão a quantidade de estoque em qualquer ponto específico no tempo.

qualidade de armazém:

O armazém deve ser capaz de manter o estoque em boas condições. Materiais desperdiçados geram perdas de oportunidades e receitas.
A Gestão de Estoques é, portanto, um desafio para a maioria das empresas. Na verdade, mesmo antes que uma empresa comece suas vendas, seu  lucro ou prejuízo pode ser parcialmente explicado por quão bem a empresa é capaz de gerenciar seus estoques.


Vídeo abaixo vai mostra um pouco o que é Gestão de Estoque na empresa

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Controlar Estoque

Gestão de estoque numa pequena loja em 4 passos

A gestão de estoque de uma pequena loja precisa ser tão estratégico quanto o de uma grande rede multinacional. Gerir o estoque é um desafio, pois a partir dele é possível mensurar o sucesso da loja e também ver o que está parado e precisa ser vendido o mais rápido possível. Afinal, mercadoria parada é dinheiro parado.

Há casos em que o giro constante pode ser mais interessante do que as margens altas. E há mercadorias em que a margem é mais importante do que a quantidade vendida. Isto também perpassa um bom acompanhamento do estoque.

Estudos apontam que uma boa gestão de estoque pode gerar até 20% de economia ao lojista. As duas principais preocupações do gestor de estoque são: não deixar faltar produtos e não deixar acumular produtos.

Como fazer a gestão de estoque em uma pequena loja em 4 passos:

1. Prever demanda
De acordo com o histórico de saída das mercadorias, é possível prever como será a venda dela. Isto permite um melhor planejamento de produção ou compra – sempre pensando em não estocar demais e não deixar faltar.
É bom sempre ter um estoque de segurança. Se os esforços de propaganda aumentaram ou há uma data comemorativa que pode aumentar o atendimento na loja, é bom ter alguns itens a mais para não deixar de vender.
Este histórico pode ser gerenciado em planilhas ou softwares que permitam relatórios rápidos. Também a capacidade analítica precisa estar bem afiada.

2. Defina quantidades estocadas
É importante criar um processo de compra e definir qual quantidade será estocada para cada produto. Isto evita empolgação na hora de comprar.
Também é interessante observar o tempo que os produtos demoraram para chegar do fabricante e o tempo que levam para serem vendidos. Isso permitirá planejar com mais antecedência.
Obviamente, estas quantidades deverão ser revistas periodicamente, de acordo com o movimento da loja e de acordo com o feeling do comprador.

3. Defina como será a reposição
Contínuas ou periódicas, as reposições precisam seguir processos estabelecidos conforme os objetivos do lojista, que deve se perguntar: este produto deve ser comprado quando atingir o nível de reposição? Este produto pode ser comprado antes dos estoques chegarem ao fim?
Também entra aí a análise minuciosa do comprador, que deve conhecer o potencial de venda de cada produto e estar antenado com as oportunidades de vendas.

4. Avalie os fornecedores
Bem, além dos preços, é preciso analisar qualidade dos produtos, prazos de entrega, flexibilidade de negociação, prazos de pagamento, entre outras características dos fornecedores de mercadoria. Isto pode ajudar a manter os estoques sob controle e o equilíbrio das vendas.


Auotr: Hiper Blog

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Dicas


Os 5 Pecados da Gestão de Estoque






Trabalhando por muitos anos como executivo no varejo de moda, descobri a principal questão em uma economia apertada: saber como equilibrar o comportamento do consumidor e o estoque. Para se manter de acordo com as exigências do cliente e conduzir a tomada de decisão para uma operação eficiente, qualquer empresa voltada para a venda de bens precisa se preocupar com uma boa gestão de estoque. O sucesso começa aqui.

Está mais do que na hora de remapear a estratégia e direcionar toda a cadeia para giros que considerem aspectos previsíveis, como as sazonalidades, as novas exigências do mercado e o humor do brasileiro diante das incertezas da economia.



Disponível: Endeavor
Autor: Pedro Janot


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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Mercadora parada pode ser um problema pra Gestão


4 dicas para não deixar mercadorias paradas


Não são poucas as empresas que montam estoques sem planejamento estratégico e, por consequência,a falta de controle pode ser desastrosa. Um risco muito observado é o de ficar sem produtos para atender aos clientes. E, claro, para evitar que isso ocorra a saída abastecer o estoque, muitas vezes acima do suficiente. Dessa forma, o empreendedor garante que os consumidores não passem a comprar no concorrente.
Por outro lado, atender bem os clientes não deixando que produtos faltem pode gerar um problema: estoque parado. Isso é bastante negativo para a empresa porque é dinheiro parado que, além de não trazer retorno, está gerando gastos por ocupar espaço e tempo do setor responsável. Simplesmente não dá para ser lucrativo em uma situação dessas!


Você já deu uma conferida no estoque hoje? Está com mercadoria parada? Então, confira as nossas dicas para movimentar produtos e iniciar um processo de gestão de estoque:

Avalie seu estoque

Antes de mais nada é fundamental saber o que você tem em excesso no estoque. Fazer esse levantamento vai ajudá-lo a filtrar o que deve ser priorizado na sua estratégia. Dependendo do ramo, como o de produtos perecíveis essa analise é imprescindível para estimular a saída de mercadorias com prazo de validade mais curto. Mas não fique focado apenas nos excessos. Um olhar atento vai mostrar quais são os produtos com maior saída, os que estão em baixa no estoque e qual o seu ativo parado.
Feita essa analise, reforce as vendas dos produtos em excesso ou que estão parados há mais tempo com promoções. Dependo da análise, é possível fazer ofertas por tipo de produtos, estimulando a saída de uma série de mercadorias do mesmo tipo.


Verifique quanto gasta com o estoque

Você sabe que estoque parado é custo, mas você sabe quanto paga para mantê-lo? Faça os cálculos de todos os custos de manutenção (incluindo de pessoas aos recursos usados) do estoque e do quanto cada produto parado impacta nesse custo. Muitas vezes, vale a pena conceder um desconto melhor para estimular a venda do que manter mercadorias armazenadas. Faça os cálculos antes de definir de quanto será o desconto oferecido.


Automatize o gerenciamento de estoque

Utilizar um software para gerenciar os produtos do estoque é uma estratégia bastante inteligente e até essencial. Um bom sistema, que opera de forma integrada junto aos outros setores de gestão da empresa, garante a atualização constante e menos custos já que os processos de verificação e análise se dão de forma mais rápida.

Impulsione as vendas

As promoções que suscitam a necessidade de urgência nos clientes podem ser uma opção vantajosa para estimular as vendas dos estoques parados. Elas atraem consumidores e estimulam as vendas em um prazo curto, em geral. É uma medida indicada, sobretudo, para companhias que têm necessidade de liberar rapidamente espaço no estoque.
Aproveite a atração dos consumidores para estimular a venda de mais produtos. Deixar produtos em evidência e em proximidade com os ofertados é uma forma a mais de alcançar resultados de venda. Além disso, dê destaque às promoções, seja avisando à clientela, mandando e-mail marketing, por telefone e deixando isso claro através de cartazes caso tenha uma loja física.


Autor: Consultor ContaAzul


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