quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Gestão de Estoque em Fazenda

4 Pontos para Gestão Eficaz do Estoque de Suplementos

Minerais que Impactam no Resultado da Fazenda


Você já parou pra pensar que o resultado financeiro da sua operação pode estar sendo afetado pela forma como você gerencia o estoque dos produtos de nutrição da sua fazenda?


Indisponibilidade de produtos, erros na distribuição de suplementos e ocorrência de custos extras são problemas que podem ser causados pela má gestão do estoque. Para evitar que estas situações se tornem frequentes e afetem diretamente o desempenho do rebanho é imprescindível implantar uma gestão eficaz do estoque. Aqui você confere quais os principais erros e o que fazer para evita-los:

Sub / Super Estocagem

A sub estocagem de produtos é uma falha grave que provoca a indisponibilidade de suplementos no cocho, incorrendo em perdas substanciais de desempenho do rebanho. Tão ruim quanto, é a super estocagem de produtos, que pode acarretar no incorreto aproveitamento destes suplementos em épocas e/ou categorias não condizentes, levando a inadequações entre uso de produtos e a época do ano. A distribuição destes produtos remanescentes ainda pode elevar o consumo do suplemento sem incorrer em ganhos expressivos de desempenho, gerando prejuízo.

Incorreta Distribuição de Produtos

Outra situação comum quando há má gestão do estoque, são os erros na distribuição dos produtos para categorias ou épocas diferentes. Isso afeta diretamente o ganho de peso dos animais, que acabam por consumir produtos que não atendem todas as suas necessidades nutricionais. Se frequente, o resultado da fazenda pode ser prejudicado.

Perda de Controle do Estoque

A perda de controle do estoque pode ocorrer quando a estocagem dos suplementos não é realizada de forma a otimizar a identificação, contagem e manuseio dos produtos e quando não há um processo definido que registre a entrada e saída de suplementos. Pode ser uma das causas da sub / super estocagem de produtos, como também pode afetar outros controles da fazenda, como o controle do consumo e dificultar o levantamento de resultados, essencial para a gestão da fazenda como um todo.

O que Fazer

Para evitar estas falhas, uma gestão eficaz do estoque faz-se necessária, visando manter o estoque de produtos de forma organizada e um estoque de segurança sempre abastecido com o produto conforme a época do ano. Abaixo, seguem algumas dicas que podem auxiliá-lo:

1º –  O animal come em dias corridos e não em dias úteis. Por isso esteja atento aos prazos estabelecidos pelos fornecedores e leve em conta esta informação na manutenção do estoque de segurança. Afinal de contas, o animal não deixa de se alimentar só porque é feriado.

2º – O empilhamento dos produtos deve permitir a adequada conservação e manuseio, bem como a fácil identificação e a contagem rápida e confiável do estoque. Os lastros de empilhamento são a base para que estas premissas sejam atingidas e eles podem ser ordenados conforme abaixo:

Lastro com 7 sacos: 4+3
Lastro com 13 sacos: 4+(3X3)
Lastro com 22 sacos: 7+(3X5)

Lastro com 30 sacos: 9+(3X7)




Imagem Ilustrativa – Exemplo de empilhamento

3º – Responsáveis pelo controle dos estoques centrais, intermediários e finais devem ser definidos. Anotações devem ser realizadas diariamente, a fim de controlar a baixa e a entrada de produtos.

4º – A compra de produtos pode obedecer a uma adequação de prazo para que não haja gastos desnecessários, lembrando é claro, de manter o estoque sempre em dia.

Em seus Programas de Nutrição Dinâmicos, a PRODAP oferece aos seus clientes produtos de alta tecnologia, recomendados conforme análise de vários aspectos como a categoria animal, a época do ano, análise da forragem e estrutura da fazenda, definindo metas e indicadores para acompanhamento dos resultados. Além disso, a PRODAP oferece diversos serviços que auxiliam nas questões operacionais e técnicas da fazenda, nos quais dentre eles, está a implantação de uma gestão eficaz do estoque, com a definição de processos, a implementação de controles e com o treinamento dos colaboradores.


Em resumo, os aspectos citados acima são fatores chave para aumentar a eficiência na gestão do estoque, no objetivo de garantir que o produto certo para cada época do ano e categoria animal esteja sempre disponível no cocho. Desta forma, você aumenta o controle e padroniza processos, evita erros de estocagem, de distribuição e consequentemente, prejuízos.


Disponível em: PRODAP

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Gestão de Estoque em Salão de Beleza

O Grande Vilão das Empresas de Beleza é o ESTOQUE!



O estoque de produtos é forma mais rápida e mais fácil de perder dinheiro em um salão de beleza!

Comprar mal, não controlar o desperdício e não repassar o custo de produtos implica diretamente na redução do lucro do seu salão. Então o que fazer?

Existem três tipos de controle de estoque dentro de um salão:





• Entrada (compra) de um produto,
• A saída do produto pelas vendas,
• A saída do produto por meio da utilização pela demanda interna.





O bom estoque é aquele que o dono sabe exatamente o que vai encontrar. Os produtos disponíveis, os que estão em falta, a rotatividade e quantidade de uso de cada um. Além de saber se existem itens parados no estoque, o que pode significar desvio/roubo, data vencida e compra desnecessária para reposição.

Para iniciar um controle de estoque para salão de beleza bem feito é preciso:

1. Conhecer os produtos (linhas, tipo, quantidades) existentes.

2. Disponibilizar para uso profissional

3. Controlar a quantidade utilizada e disponível

4. Controlar a reposição

5. Solicitar compra de produtos

6. Receber e armazenar os produtos


Em qualquer empresa, comprar bem (preço, prazo de entrega e condições de pagamento) é o inicio para se ter um negócio lucrativo. Sempre que um representante te visitar ou você ligar para um distribuidor, negocie! Não tenha medo e nem vergonha, o máximo que você pode receber é um não.

Pesquisar junto à pelo menos 3 revendedores é essencial para comprar no lugar ou com a pessoa certa! Saber o que e a hora certa de comprar depende de como você controla o estoque do seu salão. Elas dependem do conhecimento detalhado dos produtos existentes, as preferências dos clientes e as tendências da moda.Quem deve pagar o produto?

Quais são os custos envolvidos numa coloração? Produtos, água, energia elétrica, toalhas, comissões, salário da recepcionista e da gerente etc. Mas, vamos nos concentrar nos produtos… Quem deve assumir este custo: o salão, o profissional, o cliente? 

A maioria dos salões não se preocupam com um ponto primordial e essencial para ter equilíbrio no faturamento… o estoque! Isso mesmo! 30% dos problemas financeiros está na má gestão do estoque. Normalmente compra-se demais, e o que é pior sem necessidade. Se os empresários do segmento começassem a prestar mais atenção na gestão e no controle do desperdício no salão, seu faturamento aumentaria e muito!

Vídeo a baixo mostra como gerir o estoque do seu salão de beleza com eficiência e evitar o desperdício.

Disponível:Empreenda Beleza, Rose Gonçalves (vídeo)

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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Evitar prateleiras vazias atrai mais clientes

Gestão de estoques evita prateleiras vazias

São Paulo - Em tempos de crise, dimensionar corretamente os estoques pode ser um grande desafio para os varejistas. A mudança de hábitos do consumidor pode confundir os empresários levando à falta de produtos nas prateleiras. Só em julho, o número de rupturas, como é chamada essa ausência de itens, chegou a 10% no varejo brasileiro.
Não encontrar uma mercadoria na prateleira pode gerar frustração entre os consumidores. Por isso, ter gestão de estoques eficiente e comunicação efetiva entre o centro de distribuição e os fornecedores pode garantir, além da reposição rápida das categorias, um número maior de clientes satisfeitos.
Na opinião da coordenadora acadêmica da Academia de Varejo, Patricia Cotti, deixar de ter um produto torna-se prejudicial em um período prolongado. "Hoje, a ruptura é fácil de ser evitada, já que existe uma vasta opção de produtos similares que podem atender a necessidade do consumidor. O problema está no tempo em que essa categoria vai ficar indisponível", afirmou a especialista. 
Para Patricia, a experiência de não encontrar uma marca pode frustrar o cliente. "No longo prazo, isso pode até desmotivar e o cliente levá-lo a outros canais", disse ela.

Estratégias


A estimativa é que o setor supermercadista seja o mais afetado com a falta de insumos nas prateleiras. Outros ramos como material de construção também segue alerta.
Já nas operações de vestuário, em especial as de fast fashion, o produto acabar rápido e não ser reposto é estratégia de venda. "Para alguns nichos isso é prejudicial, mas na moda, a ruptura é estratégica. Redes como Zara e Riachuelo colocam poucos itens à venda para impulsionar a compra e manter o conceito fast fashion", comentou.
No caso da Telhanorte, a tática foi investir na melhoria logística. Recentemente, o diretor-geral da rede Manuel Corrêa informou ao DCI ter investido na melhora da eficiência de entrega. "Desde 2010 investimos R$ 43 milhões em plataforma logística. Com isso, melhoramos a eficiência e a diminuição da ruptura no ponto de venda", explicou. A ruptura na rede gira em torno de 1,5%.
Para Patricia, dar atenção aos ramos de logística e de gestão da provisão de vendas é opção determinante. "O varejista tem de estar atento à gestão da loja, assim como à necessidade do consumidor".
Para a especialista, os operadores de caixa devem perguntar ao consumidor se ele encontrou tudo o que procurava. Isso ajuda a desenvolver melhor as categorias nos pontos de venda. "Você passa a ter mais afinidade com os interesses do consumidor", concluiu. 

Tecnologia a favor


Pesquisa realizada pela neogrid Supply Chain Benchmark Powered by Nielsen mostrou que a ruptura esteve na ordem de 10% no varejo brasileiro em julho deste ano.
Na opinião do diretor de operações Supply Chain da marca, Gilson Torii, ter ferramentas tecnológicas como um software de gestão, ajuda na organização das categorias e nas vendas. "Com a ferramenta é possível identificar o que causa a falta de produtos na prateleira. Geralmente o varejista tem o item em seu estoque, só que há um falha na comunicação entre a loja e o back office".
A neogrid identificou que 40% dos casos ocorreram por falta de controle do próprio varejista, que não disponibilizou os itens no ponto de venda, ou ainda por falha na entrega. Os índices mencionados referem-se ao setor supermercadista baseado nas categorias: cervejas, bolachas e biscoitos, leite longa vida, iogurte e refrigerantes. "É preciso estar atento. A falta na prateleira significa perda na venda", enfatizou Torii. O número de vendas perdidas por indisponibilidade chegou a 7% em janeiro e caiu para 4% no fim do primeiro trimestre. Nos meses seguintes subiu e fechou o segundo trimestre em 5%.


Autor: Jornal DCI

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Gestão de Estoque em Hotéis

Gestão de estoque é essencial para garantir bom funcionamento do hotel

Para gerir os estoques, primeiramente, é preciso estabelecer o consumo mínimo e máximo


O setor de compras, geralmente, está subordinado à controladoria, mas pode estar relacionado a outros setores também. Em hotéis de pequeno porte, o gerente geral ou o proprietário é quem se encarrega das compras. Já em estabelecimentos maiores, há um funcionário encarregado de exercer essa função.

O professor Lairson Sena, ressalta que “o sucesso econômico do hotel depende, em grande parte, de uma boa política de compras e gestão de estoques”.

A determinação do que e quanto comprar baseia-se na previsão de vendas. Para gerir os estoques, primeiramente, é preciso estabelecer o consumo mínimo e máximo. A fixação de um estoque mínimo é essencial para evitar correrias e até o mau funcionamento de setores do hotel.

“Para definir o estoque mínimo, é preciso analisar a rotatividade de cada produto. Essa definição parte da observação por alguns meses da taxa de ocupação e do grau de utilização dos diversos produtos utilizados”, explica o professor Sena.

Assim, é possível saber qual é o consumo médio mensal de mercadorias e definir o volume do estoque mínimo, para garantir a operacionalidade de todos os setores. Também é preciso considerar o tempo necessário para entrega do produto pelo fornecedor.


Vídeo a baixo mostra um pouco como são as funções do almoxarifado, setor que pode ser controlado por meio de sistema informatizado, o que traz maior eficiência ao trabalho.




Por: Clara Peron.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Gestão de Estoque e Curva ABC em Farmácia

Gerenciamento de estoque na farmácia

Em qualquer empresa que atua na comercialização de produtos, o estoque apresenta-se como elemento fundamental. No ramo farmacêutico, não é diferente, sendo o controle e a gestão eficiente dos seus níveis peça-chave para a sustentabilidade financeira das farmácias.

O estoque é o “coração” da farmácia; se ele não vai bem, tudo pode ficar comprometido. O desabastecimento ou a falta de mercadorias traz consequências imediatas aos resultados e às vendas.
Não importa se você é proprietário, gerente ou balconista, todos devem saber claramente que o sucesso financeiro da farmácia não depende apenas do volume geral de vendas, mas do quanto cada produto contribui para o lucro do estabelecimento. Cada item vendido na farmácia contribui de alguma forma para o lucro geral. Conhecer esse dado é de extrema importância para o sucesso de seu trabalho.

Compor o estoque de uma farmácia não é tarefa fácil, além de ser um grande investi mento: existe no mercado milhares de apresentações de medicamentos, o mesmo para itens de perfumaria.
As empresas não podem imobilizar capital em estoques gigantescos, sob pena de sérios danos financeiros, além disso, é importante dimensionar a variedade dos itens em estoque, com atenção especial para os medicamentos. Como já dissemos, são muitas marcas e apresentações, com a condição específica dos itens de referência, similares e genéricos. Um mesmo item ou princípio ativo, portanto, apresenta-se sob várias marcas.

É preciso conhecer bem a clientela onde o seu ponto comercial está instalado. Identificar se os clientes são “de passagem”, da redondeza, a maioria aposentada, etc. Além disso, se há hospitais e consultórios próximos, o perfil de prescrição dos médicos e dentistas, dentre outras informações.


Considerar a sazonalidade dos produtos, levando em conta as estações do ano, também é um fator importante para reforçar o estoque de determinados medicamentos específicos para cada época, embora na atualidade existem outras condições até mais importantes quando se fala em sazonalidade. Nos referimos ao marketing da indústria farmacêutica, hábitos de prescrição dos médicos, surtos, dentre outras situações.

Matéria Completa Neo Química. 

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Video


Negócios e Soluções

Série com casos de sucesso e avaliações de consultores. Com a participação de pessoas especializadas e empreendedores. Aborda questões do dia-a-dia e do mundo dos negócios e oferece valiosas dicas para o sucesso nos empreendimentos.




Mais informações no Portal Sebrae.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Reduzir para Melhorar

Reduzir os estoques para melhorar os custos

A crise econômica está dando sinais de que ficou para trás, mas isso não significa dinheiro sobrando no caixa das empresas, muito menos que é hora de afrouxar as rédeas do controle e do corte de despesas desnecessárias.

Uma área em que sempre é possível melhorar é na gestão do inventário. Dependendo do tipo de produto com que sua empresa trabalha, o nível de estoques incorreto pode ser seu fim. Níveis adequados de estoques têm impacto direto no giro de caixa e nos custos, e nunca será demais melhorar a gestão de estoques.

Dado que os estoques estão lá para atender a uma demanda futura, normalmente desconhecida, deve-se focar na melhoria dos sistemas de gestão de estoques, de previsão de demanda e na avaliação da qualidade dos mesmos.

Menores estoques trarão ainda resultados positivos disseminados em diferentes áreas:

– menos espaço requerido, logo um armazém menor e mais limpo;
– menos manutenção e manuseio, diminuindo probabilidade de quebras e avarias, e ainda menos gastos com pessoal;
– menor obsolescência, giro mais rápido, estoques mais novos;
– menos riscos frente às flutuações de preços, para citar algumas vantagens.

No entanto, antes de gastar mais dinheiro em algo que deveria economizar dinheiro, comece pelo simples. Reconecte-se com seus clientes, conhecendo suas práticas de estocagem e de compras, e os influenciando para adaptarem-se àquilo que lhe convém, com frequência, frete, preços diferenciados. Com custo quase nulo, pode surtir efeitos muito interessantes.

Além dos clientes, analise o fornecimento de matérias-primas e produtos. Seu fornecedor é confiável? Você tem um fornecedor “reserva”, caso o primeiro não consiga lhe atender, e até para comparar os preços praticados?

Identifique agora os elementos que contribuem com o aumento dos estoques, do ponto de vista dos modelos de gestão de estoques e dos modelos de previsão, e o que os softwares levam em consideração:

– lead time de entrega: em quantos dias seu fornecedor consegue entregar os produtos pedidos (ou, se você não trabalha com o cliente final, em quantos dias você entrega ao seu cliente)? Tenha em mente que um dia a menos na espera pelos produtos representa um dia a menos de operações em estoques que precisam ser mantidos;
– variabilidade ou confiabilidade da entrega: também pode ser entendido pelos termos técnicos desvio padrão ou variância, que os softwares utilizam. Representa a confiabilidade de que a entrega será feita no prazo estipulado.

De nada adianta as entregas serem feitas, em média 7 dias após o pedido, se num mês a entrega ocorre em 4 dias, mas no próximo ocorre em 10 dias. Esta variabilidade é levada em consideração pelos softwares, e elevará o estoque de segurança.

– má previsão de demanda: atualmente é possível fazer boas previsões de demanda com recursos relativamente limitados. Softwares de ponta farão excelentes previsões, mas isto tem seu preço. Ainda assim, isso não significa que não é possível prever a demanda, mas é preciso sempre estar atento ao erro da previsão e se o modelo é compatível com a realidade, se nenhuma mudança significativa ocorreu no mercado.
– variabilidade da previsão: da mesma forma que a variabilidade da entrega, a variabilidade da previsão (e da própria demanda, em última análise) tem seu impacto sobre o volume de estoques. 

Demandas muito volátil exigirão estoque maior, e aí entra em prática o que chamei anteriormente de reconexão com seus clientes. Entenda os motivos das variabilidades e tente influenciá-los, com fretes ou preços diferenciados, para que se adaptem à sua estratégia.

Focando nestes itens, você poderá diminuir os estoques mantidos, melhorar o fluxo de produtos e com isso diminuir seus custos de operação e aumentar o capital circulante.

Disponivel em: 


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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Logística

A importância da logística em tempos de crise


Que a logística possui um papel fundamental em qualquer empresa, isso não se pode negar. Em tempos de crise, a importância deste setor fica ainda mais destacada, quando se é feita uma boa gestão da área


Leia mais: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/a-importancia-da-logistica-em-tempos-de-crise/89497/


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Gestão de Estoque na Cadeia de Logística Integrada

Gestão de Estoque vs. Controle de Estoque.

A visão tradicional é de que os produtos devem ser mantidos em estoque por diversas razões. Seja para acomodar variação nas demandas, seja para produzir lotes econômicos em volumes substancialmente superiores ao necessário, seja para não perder vendas.

No entanto, essa visão acarreta para as empresas:

  • Custos mais altos de manutenção de estoques;


  • Falta de tempo na resposta ao mercado;


  • Risco de inventario tornar-se obsoleto;


O controle de estoque exerce influencia muito grande na rentabilidade da empresa. Os estoques absorvem capital que poderia estar sendo investido de outras maneiras, desviam fundos de outros usos potenciais e tem o mesmo custo de capital que qualquer outro projeto de investimento da empresa. Aumentar a rotatividade do Estoque libera ativo e economiza o custo de manutenção do inventario.

Imaginamos a situação em que a companhia investiu $100 milhões em estoque no ano passado. Ela girou estoque apenas duas vezes. Caso os estoques girassem três vezes e as vendas se mantivessem no mesmo patamar, os investimentos alocado diminuiria em $33  milhões. Assumindo que o custo de manutenção de estoque é de 20 % aa, isso ocasionaria uma economia de $ 6,6 milhões.


Autor: Hong Yuh Ching, Gestão de Estoque na Cadeia de Logística Integrada, 3 edição.

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Gestão de Estoque e sua Importância

O que é Gestão de Estoques?

Gestão de estoques, no contexto de uma indústria, normalmente se refere à gestão dos recursos materiais que podem ajudar a organização a gerar receita no futuro. O responsável por esta parte da gestão é o Gerente de operações.Por exemplo, uma loja de varejo que vende vários itens, como um supermercado ou loja de departamentos (com por exemplo alimentos embalados, mantimentos, roupas, bens eletrônicos, etc) não costuma armazenar todos os produtos na loja. Parte do estoque de produtos é mantido em um armazém ou depósito. Chamamos de inventário a soma dos produtos na loja e no armazém.

Por que a gestão de estoques é tão importante?

Empresas que atuam como fabricantes ou montadoras, voltadas para a produção de bens, dependem fortemente de um estoque bem gerenciado por uma série de razões. No final das contas, uma empresa que dependa de produção não pode sobreviver sem um bom sistema de gerenciamento de estoques. 
Vejamos então algumas razões para ter um bom sistema de gestão de estoques:

Atender às demandas de forma constante

A demanda por bens e serviços específicos não será a mesmo durante todo o ano. Por exemplo, a venda de condicionadores de ar tem picos durante o verão e vai para baixo durante o inverno. Roupas também tem uma demanda muito sazonal, curtas no verão e longas e quentes no inverno. Um estoque bem planejado permitirá que uma empresa cumpra as exigências – e todos sabemos que a chave para aumentar a receita é o atendimento integral da demanda.

Continuidade das operações

A gestão cautelosa dos estoques permitirá a uma empresa executar suas operações sem problemas, com continuidade. Por exemplo, se uma organização fabrica produtos que dependem de matérias-primas, é evidente que a empresa precisa de um bom estoque de matérias-primas para que as operações sigam sem contratempos.

Economia nas operações

Um sistema de gerenciamento de estoques bem administrado permite que uma empresa possa cortar custos. Por exemplo, quando a época das festas chega e a empresa prevê um aumento na demanda por alguns produtos (como chocolate na páscoa ou brinquedos no Natal), ela pode adquirir mercadorias em quantidade com antecedência, negociar preços e armazená-las para a temporada. Os principais benefícios deste exercício são que a empresa pode atender toda a demanda e quando ele compra em quantidade e de maneira planejada,  obtêm descontos.

Quais são os princípios da gestão de estoques?

As práticas a seguir podem ajudar uma empresa a ter um estoque bem gerenciado:

previsão da demanda:

Esta é uma habilidade especializada. Uma empresa deve ser capaz de prever demandas de bens e produtos específicos em um momento específico do ano. A empresa deve criar e manter o seu sistema de inventário com base nas demandas, reais e previstas. Conheça mais sobre previsão de demanda.

Monitoramento do sistema:

Um inventário deve ter um mecanismo de monitoramento da quantidade em estoque, a todo momento. A empresa deve saber com exatidão a quantidade de estoque em qualquer ponto específico no tempo.

qualidade de armazém:

O armazém deve ser capaz de manter o estoque em boas condições. Materiais desperdiçados geram perdas de oportunidades e receitas.
A Gestão de Estoques é, portanto, um desafio para a maioria das empresas. Na verdade, mesmo antes que uma empresa comece suas vendas, seu  lucro ou prejuízo pode ser parcialmente explicado por quão bem a empresa é capaz de gerenciar seus estoques.


Vídeo abaixo vai mostra um pouco o que é Gestão de Estoque na empresa

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Controlar Estoque

Gestão de estoque numa pequena loja em 4 passos

A gestão de estoque de uma pequena loja precisa ser tão estratégico quanto o de uma grande rede multinacional. Gerir o estoque é um desafio, pois a partir dele é possível mensurar o sucesso da loja e também ver o que está parado e precisa ser vendido o mais rápido possível. Afinal, mercadoria parada é dinheiro parado.

Há casos em que o giro constante pode ser mais interessante do que as margens altas. E há mercadorias em que a margem é mais importante do que a quantidade vendida. Isto também perpassa um bom acompanhamento do estoque.

Estudos apontam que uma boa gestão de estoque pode gerar até 20% de economia ao lojista. As duas principais preocupações do gestor de estoque são: não deixar faltar produtos e não deixar acumular produtos.

Como fazer a gestão de estoque em uma pequena loja em 4 passos:

1. Prever demanda
De acordo com o histórico de saída das mercadorias, é possível prever como será a venda dela. Isto permite um melhor planejamento de produção ou compra – sempre pensando em não estocar demais e não deixar faltar.
É bom sempre ter um estoque de segurança. Se os esforços de propaganda aumentaram ou há uma data comemorativa que pode aumentar o atendimento na loja, é bom ter alguns itens a mais para não deixar de vender.
Este histórico pode ser gerenciado em planilhas ou softwares que permitam relatórios rápidos. Também a capacidade analítica precisa estar bem afiada.

2. Defina quantidades estocadas
É importante criar um processo de compra e definir qual quantidade será estocada para cada produto. Isto evita empolgação na hora de comprar.
Também é interessante observar o tempo que os produtos demoraram para chegar do fabricante e o tempo que levam para serem vendidos. Isso permitirá planejar com mais antecedência.
Obviamente, estas quantidades deverão ser revistas periodicamente, de acordo com o movimento da loja e de acordo com o feeling do comprador.

3. Defina como será a reposição
Contínuas ou periódicas, as reposições precisam seguir processos estabelecidos conforme os objetivos do lojista, que deve se perguntar: este produto deve ser comprado quando atingir o nível de reposição? Este produto pode ser comprado antes dos estoques chegarem ao fim?
Também entra aí a análise minuciosa do comprador, que deve conhecer o potencial de venda de cada produto e estar antenado com as oportunidades de vendas.

4. Avalie os fornecedores
Bem, além dos preços, é preciso analisar qualidade dos produtos, prazos de entrega, flexibilidade de negociação, prazos de pagamento, entre outras características dos fornecedores de mercadoria. Isto pode ajudar a manter os estoques sob controle e o equilíbrio das vendas.


Auotr: Hiper Blog

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Problemas nos Estoque pode prejudicar sua Empresa

EUA: etanol encarece com logística prejudicada e estoques apertados


Nova York, 17 - Os preços do etanol estão em alta nos Estados Unidos em meio aos estoques apertados e às dificuldades de transporte. Na última semana, o contrato com vencimento em abril do biocombustível, que por lá é feito a partir de milho, avançou 6,9% na Bolsa de Chicago (CBOT), para US$ 2,467 o galão (1 galão = 3,78 litros), maior patamar desde 4 de dezembro. As apostas são de que as cotações ultrapassarão a marca de US$ 3 o galão em breve.
Produtores do Meio-Oeste têm enfrentado dificuldades para levar o etanol até a costa, onde refinarias o misturam à gasolina ou o exportam. Principal região norte-americana produtora de milho, o Meio-Oeste foi castigado pelo inverno rigoroso deste ano. Muitas estradas, por exemplo, estão esburacadas em razão da neve que caiu nas últimas semanas.
No porto de Nova York, o galão tem sido embarcado com um preço US$ 1 mais alto frente o da CBOT, bem acima da diferença usual de apenas 10 centavos de dólar, conforme a empresa de informações de mercado Platts. Analistas dizem que esse spread está alto em virtude da falta de produto.
Além da logística interna prejudicada, os EUA também estão lidando com uma demanda internacional mais forte, já que o Brasil tem destinado maior parcela do biocombustível para consumo doméstico. Em novembro, os EUA exportaram 2 milhões de barris de etanol, maior volume desde março de 2012, de acordo com o último levantamento da Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês).
Em razão desses fatores, os estoques do país caíram para apenas 15,9 milhões de barris na semana terminada em 7 de março, o menor volume para uma semana de março, disse a EIA.
Para compensar, algumas empresas já planejam aumentar a produção de etanol. É o caso da Pacific Ethanol. Em fevereiro, o presidente e executivo-chefe da companhia, Neil Koehler, anunciou que uma de suas unidades voltará a operar na Califórnia. Fonte: Dow Jones Newswires.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Desafios no Varejo

Gestão de estoque é assunto crítico no Varejo

Especialista da Sispro sugere 3 passos para ajudar a superar as dificuldades do setor

No varejo, um dos maiores desafios é a gestão dos estoques porque as empresas não levam em conta uma série de variantes, como, por exemplo, a necessidade da criação de processos que considerem todo o ciclo de vida de um produto na prateleira e nos armazéns. A constatação é de Patrick Piazza Santiago, especialista da Sispro Software Empresarial, fornecedora de sistema ERP . De acordo com ele, as empresas que mais sofrem são aquelas que possuem grandes variedades de itens e as que também possuem lojas em diversas regiões do país, separadas por culturas diferentes. O desafio é proporcionalmente maior quando os sistemas de gestão não acompanham esta evolução dos negócios, segundo o especialista.

Como o Varejo está na categoria das empresas que lidam com grades de produtos diversas e grande volume de itens, distribuídos por categorias de produtos, marcas, tamanhos, entre outras variações, o controle do estoque acaba se tornando um problema difícil de resolver em muitos casos. Uma rede varejista, por exemplo, pode ter processos de gestão de estoques diversos para atender aos negócios nas localidades onde possui suas lojas. “Pode acontecer de a rede possuir lojas em Fortaleza e em Porto Alegre, por exemplo, e os produtos consumidos em cada uma delas serem bem diferentes, o que faz com que a empresa tenha que considerar esta variação na gestão dos negócios e, consequentemente, seus estoques e relacionamento com fornecedores”.

Levando em conta estes cenários, Santiago conseguiu identificar os maiores gargalos na gestão de estoque e elaborou três passos para que os gestores possam melhorar a administração deste processo:

1 – O cadastro de produtos deve ser detalhado, minucioso, especificando detalhes que possam facilitar consultas sobre quantidade existente, vendas realizadas, compras de fornecedores, transferências entre lojas, devoluções, logística de distribuição etc.;

2 – Criar uma inteligência de compras utilizando o sistema de gestão para controlar estoque máximo e mínimo, visando identificar os produtos que devem ser repostos, quando e com que frequência. A utilização de baixas automáticas do estoque de forma segura é fundamental neste processo;

3 – Procedimentos internos para controle de estoque devem levar em conta os depósitos trancados, sendo que as retiradas devem ocorrer somente com requisições e NF-e para esta finalidade. O depósito deve ser organizado por grupos de produtos e endereçados, entre outras especificações. A rastreabilidade dos itens é vital e a empresa deve considerar o uso de tecnologias de rastreamento, como as tags de rádio frequência, RFID, por exemplo, que oferecem diversas outras vantagens se comparadas com os tradicionais códigos de barras.

Santiago lembra que no Brasil houve um tempo em que ter grandes estoques no começo do mês representava uma forma de reduzir os efeitos da inflação alta, quando ela chegou a ultrapassar a casa dos 80% ao mês. Em outras épocas, quando o congelamento de preços foi adotado no Brasil o problema era não ter produto suficiente para atender à demanda. Em tempos de crises ou vacas gordas, tanto faz, a gestão dos estoques sempre se apresentará como fundamental para os negócios. “Ter isso em mente é criar as possibilidades de ter um planejamento adequado dos negócios. Além disso, a competividade faz com que os gestores busquem soluções para resolver este dilema. Certamente eles devem considerar a evolução tecnológica dos sistemas de gestão e selecionar um fornecedor que possa ajudá-lo a elaborar ou melhorar os processos internos com esta finalidade”.


Mais noticia sobre estoque disponível em :
http://recordriopreto.com.br/noticia/22681/estoque-das-lojas-aumenta-devido-a-falta-de-consumidores.html#.VdsaKflViko

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

VideosAulas


VideosAulas sobre Gestão de Estoque


Um dos mais fatais inimigos do varejo é a falta de produto na loja. Muitas vezes ele, apesar de não estar ao alcance do cliente, pode estar guardado no estoque da loja. A isso se dá o nome de ruptura. Além de desagradar ao consumidor, que pode até mudar definitivamente de loja, a falta de gestão do estoque influencia diretamente no lucro da loja. Neste curso, com uma introdução e quatro módulos temáticos, o varejista entenderá como aplicar um eficiente gerenciamento de estoques, evitando perdas desnecessárias.



Introdução


 Se vende, tem que ter

 Por que fazer gestão 


Análise ABC 


 Previsão e Reposição 









A ABAD desenvolveu cursos em vídeoaulas focados nas necessidades de capacitação do varejo. O formato criado para esses cursos, em geral módulos temáticos curtos, visa facilitar o acesso e a aplicação dos conteúdos no dia-a-dia da loja. Por isso usa também uma linguagem leve, cotidiana e bem-humorada. Acesse gratuitamente os cursos e bom proveito!





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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Dicas


Os 5 Pecados da Gestão de Estoque






Trabalhando por muitos anos como executivo no varejo de moda, descobri a principal questão em uma economia apertada: saber como equilibrar o comportamento do consumidor e o estoque. Para se manter de acordo com as exigências do cliente e conduzir a tomada de decisão para uma operação eficiente, qualquer empresa voltada para a venda de bens precisa se preocupar com uma boa gestão de estoque. O sucesso começa aqui.

Está mais do que na hora de remapear a estratégia e direcionar toda a cadeia para giros que considerem aspectos previsíveis, como as sazonalidades, as novas exigências do mercado e o humor do brasileiro diante das incertezas da economia.



Disponível: Endeavor
Autor: Pedro Janot


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